sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

REUNIÃO DE PAIS


Senhores Pais:
Segue cronograma de Reunião de Pais:
  • 27/02/2018 – Terça-feira: pais dos alunos do Pré I, Pré II e 1º Ano.
  • 06/03/2018 – Terça-feira: pais dos alunos do 2º ao 5º Ano.
  • 07/03/2018 – Quarta-feira: pais dos alunos do 6º Ano e alunos novos do 7º ao 9º Ano.
* Os pais dos alunos do 7º ao 9º ano que estudavam aqui em 2017 estão dispensados das reuniões. Caso queiram comparecer deverão fazê-lo no dia 07/03.

Local das reuniões: auditório da escola.
Horário de início: 19 h (pontualmente).
Término previsto: 20 h.

Atenciosamente,
Equipe Gestora

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

VOLTA ÀS AULAS - READAPTAÇÃO DAS CRIANÇAS


Com o início das aulas se aproxima  a volta à velha rotina. Durante as férias, as crianças puderam aproveitar bastante: viajar, passar um bom tempo ao lado dos pais, dormir e acordar tarde.
Entretanto, com a volta às aulas as crianças precisam se readaptar à rotina e, este momento, gera dúvidas e muita preocupação, principalmente para os pais de crianças com pouca idade, que de início, acabam estranhando o ambiente escolar.
Geralmente temos duas semanas de adaptação a essa rotina. Os que já frequentavam a escola no ano passado têm mais facilidade, já entendem como funciona, já os que estão entrando pela primeira vez sentem mais dificuldade em se adaptar.

É normal os pequenos chorarem no momento em que os pais os deixam na escola, principalmente para aqueles que nunca frequentaram o espaço. O choro reflete um sentimento de perda, eles estão saindo de um ambiente conhecido e entrando em um lugar novo.
O choro das crianças, muitas vezes, acaba assustando os pais. É um momento de transição, tanto para as crianças como para os pais. Não aconselhamos levar as crianças de volta para casa quando elas choram porque é com o choro que elas conseguem o que querem. Assim, elas vão perceber que se chorar, o pai e a mãe levam para casa, e vão chorar sempre. Sei que dói deixar o filho chorando, é constrangedor, mas é só nos primeiros minutos, até eles entrarem no ritmo, depois já fica tudo bem.
A psicóloga Fernanda Belli Mafra afirma que o choro nos primeiros dias de aula é normal. “É um período de adaptação deles mesmo. O importante é que as professoras saibam lidar com isso, entender que é um momento de adaptação das crianças, é um período normal em que vão chorar, e por isso, é importante saber acolher bem. Tem aqueles que se adaptam no primeiro dia, e tem aqueles que são mais sensíveis e levam um pouco mais de tempo”.
Segundo ela, um fator que pode auxiliar muito nesta fase de adaptação da criança na escola é os pais demonstrarem segurança aos filhos. “Os pais precisam demonstrar que se sentem seguros em deixá-los na escola ou na creche. Às vezes, os pais acabam se mostrando inseguros com essa situação, vão sentir muita saudade e isso interfere na adaptação da criança porque elas percebem quando os pais estão inseguros”.
A psicóloga destaca ainda que é importante os pais conversarem com as crianças sobre a escola. “Os pais devem comentar com os filhos sobre o que eles podem esperar da escola, como é bom eles passarem um tempo lá. Se puderem, podem já falar o nome da professora para que eles comecem a se habituar”.
Para as crianças que têm mais dificuldade, a dica da psicóloga é que os pais e a direção da escola pensem em alternativas juntos. “O pai pode ficar um tempinho maior na escola para a criança saber que ele está ali até se sentir mais segura, ou levar uma foto ou algum objeto pessoal dos pais nos primeiros dias também pode ajudar, mas só para crianças com mais dificuldade em se adaptar. Para as outras, o importante é os pais mostrarem segurança”.
Para os que já frequentam a escola, a orientação da psicóloga é que a criança volte à rotina aos poucos. “É importante ir entrando nesse novo ritmo com alguns dias de antecedência, principalmente dormir mais cedo e ter horários para se alimentar e fazer as atividades do dia, o que não acontece durante as férias”.

sábado, 2 de dezembro de 2017

JOGO “UNO” EM BRAILLE NA DE EDUCAÇÃO FÍSICA



Nas últimas semanas, nas aulas de Educação Física da turma do 4º ano 02, os alunos
estão tendo contato com uma forma diferenciada de jogar “Uno”, um jogo de mesa muito conhecido dos alunos e que vem sendo utilizado como um recurso didático pedagógico em algumas aulas. Porém, como o jogo oficial requer muito do sentido da visão para a diferenciação de cores, números e símbolos a professora pensou em uma forma de adaptá-lo para que todos pudessem jogar, pois, nesta turma há a aluna Marcelli Vitoria Tomazi, com deficiência visual-cegueira. A ideia da professora de Educação Física Djeniffer, que surgiu da busca por mais uma forma de incluir e socializar a aluna com os demais alunos foi a de transcrever as cartas para o Braille. Desta forma, a professora solicitou ajuda à profissional de apoio Samara Barbi Festratti que realizou a transcrição. Todas as cartas agora estão também em Braille o que possibilitou a participação da aluna no jogo e também o maior contato dos demais alunos com este sistema diferenciado de escrita e leitura utilizado por sua amiga de turma.

O sistema Braille
O sistema Braille é um processo de escrita e leitura baseado em 64 símbolos em relevo, resultantes da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada. Pode-se fazer a representação tanto de letras, como algarismos e sinais de pontuação. Ele é utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão, e a leitura é feita da esquerda para a direita, ao toque de uma ou duas mãos ao mesmo tempo.
O código foi criado pelo francês Louis Braille (1809 - 1852), que perdeu a visão aos 3 anos
e criou o sistema aos 16. Ele teve o olho perfurado por uma ferramenta na oficina do pai, que trabalhava com couro. Após o incidente, o menino teve uma infecção grave, resultando em cegueira nos dois olhos.
O Brasil conhece o sistema desde 1854, data da inauguração do Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro, chamado, à época, Imperial Instituto dos Meninos Cegos.
 



(Texto: Professora Djeniffer Dombrowicz Vasques)

VIAGEM DE ESTUDO - TURMAS DE PRÉ I - 2017


Com o objetivo de ampliar os conhecimentos adquiridos em sala de aula, os alunos do Pré I realizaram viagem de estudo ao Seminário Sagrado Coração de Jesus, em Corupá. O Seminário Sagrado Coração de Jesus abriga uma das primeiras instituições museológicas do estado de Santa Catarina, o Museu Sagrado Coração de Jesus, funcionando desde 1933 e que passou a denominar-se Museu Irmão Luiz Godofredo Gartner em 2004, uma homenagem ao seu principal mentor e idealizador, o religioso Luiz Godofredo Gartner. Com o tempo, Gartner desenvolveu a atividade da taxidermia – técnica de preservação de espécies animais, popularmente denominada empalhamento – reunindo um considerável acervo da fauna brasileira. No Museu Ir. Luiz Godofredo Gartner o acervo taxidermizado consta de uma coleção com aproximadamente 1.500 exemplares, dentre os quais aves, anfíbios, répteis, mamíferos e peixes. O primeiro exemplar empalhado do acervo é o guaxinim “mão-pelada”, exposto no museu. Acompanharam os alunos a Coordenadora Pedagógica Mari, Professoras Joyci e Sonia e o estagiário João.
  
Objetivos:
- Complementar os conteúdos abordados em sala de aula, através de passeio a campo visando à construção do próprio conhecimento. 

- Admirar uma verdadeira obra de arte. 
- Com a arte da taxidermia, apresentar a diversidade natural. 
- Desenvolver e fletir sobre a importância da preservação ambiental e o respeito à natureza. 
- Vivenciar o contato com a natureza.
 Roteiro:  
- Visita ao Seminário Sagrado Coração de Jesus. 
- Visita aos Jardins Temáticos (jardim europeu).

- Visita ao Museu Ir Luiz Godofredo Gartner. 
- Lanche (Piquenique).

Confira nos links as fotos de toda a viagem de estudo.