sexta-feira, 22 de setembro de 2017

VIAGEM DE ESTUDO - 5º ANO - FLORIANÓPOLIS


Com objetivo de ampliar os conhecimentos adquiridos em sala de aula, os alunos dos 5ºanos encontram-se no dia de hoje(22) em viagem de estudo à Florianópolis para conhecer alguns pontos turísticos da capital do nosso Estado. Acompanham estes alunos as professoras Vandileia e Juliana, a secretária Edwirges e a agente de limpeza Léia. Saíram da escola às 5h45min, com retorno aproximado às 19h45min.
Florianópolis é uma cidade que impressiona em todos os sentidos, reunindo em um pequeno espaço de 675.409 km² diferentes paisagens e uma inesgotável lista de atrações. Florianópolis possui uma diversidade de belezas naturais, que envolve montanhas, mata atlântica, baías, enseadas, praias, lagoas, dunas, manguezais e restingas.

Com cerca de 461.524 mil habitantes, número divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), levando em consideração dados de julho de 2014, a cidade começa na região continental e se estende pela imensa Ilha de Santa Catarina, que tem cerca de 60 km de extensão no sentido norte-sul. Visitando os museus da Ilha é possível resgatar a memória da cidade, os costumes, e a história do povo catarinense. No passeio pelo centro histórico da cidade pode-se observar em algumas construções a herança arquitetônica dos colonizadores que continua presente.
Roteiro:
  • Praça XV de Novembro (figueira centenária);
  • Palácio Cruz e Souza;
  • Catedral Metropolitana;
  • Museu Victor Meirelles;
  • Mercado Público;
  • Alfândega Marítima;
  • Praça dos 3 poderes (visita externa Assembleia;
  • Fórum e Tribunal de Justiça;

  • Ponte Hercílio Luz;
  • Forte Sant´Ana;
  • Restaurante “Pedra do Careca” na Praia da Joaquina;
  • Lagoa da Conceição;
  • Praia da Joaquina e Dunas
  • Mirante;
  • Projeto Tamar.

    As demais fotos da viagem de estudo serão publicadas posteriormente, neste mesmo espaço.

    (Texto: Mari Camara - Coordenadora Pedagógica)

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

FITAS DE GINÁSTICA RÍTMICA ENCANTAM ALUNOS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA


Turma de 1ºano
A professora Jussara Petters da Silva utilizou de fitas de ginástica rítmica adquiridas pela escola com as turmas de 1º e 2º anos durante as aulas de Educação Física. Visando diversificar e desenvolver a expressão corporal e o ritmo de uma forma lúdica, ampliando as possibilidades de movimentos nas aulas de Educação Física. As mesmas foram oferecidas aos alunos em conjunto com a música e fizeram o maior sucesso. 
 
Turma de Pré II
Já com a Pré-Escola, foi proporcionado o contato com as fitas de ginástica rítmica com materiais alternativos, onde, as mesmas foram feitas de papel crepom, proporcionar aos alunos as mais variadas possibilidade de construção e desenvolvimento das habilidades motoras finas.

Turma de 1ºano

A prática da ginástica rítmica para os pequenos ajuda a:
- Estimular a coordenação.
- Favorecer a flexibilidade e a força muscular.
- Corrigir más posturas.
- Aumentar a confiança em si mesma e gerar um sentimento de segurança.
- Promover o equilíbrio.
- Promover a concentração.
- Ensinar a importância do trabalho em equipe, o companheirismo e o respeito pelos outros. 
- Desenvolver o sentido da harmonia e da estética.

Um pouco da história da Ginástica Rítmica
A Ginástica Rítmica começou a ser praticada desde o final da Primeira Guerra Mundial, mas não possuía regras especificas nem um nome determinado. Várias escolas inovavam os exercícios tradicionais da Ginástica Artística, misturando-os com música. Em 1946, na Rússia, surge o termo “rítmica”, devido à utilização da música e da dança durante a execução de movimentos.
Em 1961, alguns países do leste Europeu organizam o primeiro campeonato internacional da modalidade. No ano seguinte, a Federação Internacional de Ginástica (FIG) reconheceu a GRD com um esporte. A partir de 1963 começaram a ser realizados os primeiros campeonatos mundiais promovidos pela FIG. A maior parte dos aparelhos utilizados atualmente foram introduzidos nesta competição, com a exceção da fita e das maças.

Em 1984, a GRD foi reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional e introduzida nos Jogos Olímpicos daquele ano. No entanto, as melhores ginastas do mundo, provenientes dos países do Leste Europeu, não participaram da competição devido ao boicote liderado pela ex-União Soviética.

Brasil na Ginástica Rítmica

A Ginástica Rítmica foi introduzida no Brasil pela prof. Ilona Peuker, da Hungria, que chegou na Cidade do Rio de Janeiro na década de 1950, quando ministrou vários cursos para profissionais da educação. Esta professora formou a primeira equipe competitiva de GR chamado Grupo Unido de Ginastas (GUG), alcançando grande sucesso devido a experiência e participação ativa da Prof. Ilona Peuker na ginástica internacional.
A criação da Confederação Brasileira de Ginástica ocorreu no ano de 1978, a partir daí esta modalidade começou a evoluir devido ao apoio recebido, resultando na classificação de ginastas para disputarem Jogos Olímpicos.

                                                                  (Texto: Coordenadora Pedagógica Mari Camara)

terça-feira, 19 de setembro de 2017

ESCOLA RENATO PRADI RECEBE MOSTRA SESC “PRISMA DO SOM”


A partir de uma iniciativa do Projeto Sesc Ciência com diálogos com o campo da Educação Musical do Departamento Nacional, as Salas de Ciências do Sesc em Santa Catarina foram contempladas com uma nova Mostra, intitulada “Mostra Sesc Prismas do Som”, que possui um acervo com estações compactas e didáticas que permitem a experimentação sonora e a demonstração de conceitos, visando a educação referente às sonoridades de maneira simples e atraentes ao público. 

A EMEB Renato Pradi está recebendo a Mostra Sesc “Prismas do Som”. Com monitores capacitados para monitorar as visitas de alunos e professores da Pré-Escola ao 9º ano, no auditório da escola, no período de 18 a 22 de setembro, e a interatividade do acervo ficou evidente. Houve envolvimento do público ao logo de todo o circuito entre as estações da Mostra. 

Trata-se de um acervo curioso e cativante onde todas as idades tem vez. Nela, é possível observar e experimentar um acervo de estações didáticas. Elas permitem a experimentação sonora e demonstração de conceitos de forma mais atraente para os visitantes. O acervo foi pensado e desenvolvido entendendo que Arte e Ciência se complementam através da ações interdisciplinares entre som, música, educação musical e divulgação científica. 


A mostra trás um material com as características da interatividade, simplicidade construcional, fazendo conexão com diversos conteúdos escolares.
Busca estimular a curiosidade de jovens para questões relacionadas ao som, em contextos musicais, comunicacionais, ambientais ou biológicos corporais., servindo como ferramenta educacional para o entendimento da natureza do som, de princípios acústicos, da percepção auditiva, da presença do som no meio ambiente, do funcionamento dos instrumentos musicais, da relação entre corpo e som. Por isso, as visitações são dinâmicas e todos podem manusear o acervo e compreender de forma simples alguns conceitos da física relacionados ao som.


(Texto: Mari Camara – Coordenadora Pedagógica, informações materiais de divulgação Sesc)

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

A IMPORTÂNCIA DE RECONTAR HISTÓRIAS


Hoje(14), as turmas de 1º ano da Professora Morgana Rozza Tasca socializaram com as turmas da Pré-Escola uma das ações do projeto de leitura “Recontar Histórias”. A professora contou com a parceria das famílias dos alunos, onde, ao longo das últimas semanas construíram com seus filhos o personagem principal de uma história infantil para que no dia de hoje as crianças recontassem a história.

Faz parte do projeto de incentivo a leitura o " recontar histórias " para os amigos da turma ou de outras turmas. Acreditando que através do incentivo e do acesso aos livros pelo manuseio, leitura ou contação de histórias a habilidade discursiva/oral se amplia. Recontar ou reconstruir uma história, desperta na criança a imaginação, aperfeiçoa a inteligência e aprimora a sensibilidade para a leitura.

É fundamentado em Piaget e Vygotsky que Zorzi (2002) acredita na importância social da linguagem, visto que as crianças estão expostas à linguagem de forma a compreenderem e interagir com o mundo”.


Uma das formas que irá privilegiar o desenvolvimento da oralidade parte da escuta de histórias, em que a linguagem escrita e oral encontram-se entrelaçadas, encaminhando-se para a reconstrução da história lida – recontar histórias, prática que acolhe as contribuições de experiências e conhecimentos das crianças, as quais em sua fala carregam seus modos próprios e particulares de pensar, formando elos de troca e ajuda mútua. 
 Parabenizamos a professora Morgana, grande incentivadora de seus alunos pelo gosto da leitura. Trabalho desenvolvido e aprimorado a cada ano. Nosso muito obrigado aos pais, que não mediram esforços para ajudar seus filhos na construção dos personagens. Parabéns também aos alunos que se empenharam e neste dia podemos ouvir lindas histórias contadas por eles.
                                        (Texto: Professora Morgana Rozza Tasca e Coordenadora Pedagógica Mari Camara)